quarta-feira, 27 de maio de 2009

É muito interessante observarmos o desenrolar da vida. Mas chega a ser desanimador ver como nossos representantes nos enrolam e saem ilesos. Armam verdadeiras arapucas para o povo e depois conseguem aquela famosa 'saidinha pela direita’. Recentemente vimos o caso do jovem deputado que tirou a vida de dois rapazes e ainda não foi punido, pois a excelência tem foro privilegiado. Quanta falta de decoro. É triste vermos que os nossos exemplos de cidadania, não seguem a legislação que alegam defender com unhas e dentes. É nauseante que ao questionarmos nossos representantes recebamos uma simples, curta e clara mensagem 'Estou me lixando pra opinião publica'.
Vejo que nossos políticos realmente se acham donos do país, agora tomaram como patrimônio pessoal não só os benefícios concedidos aos eleitos, mas também nossas vidas. E cada vez mais tentam manipular nossas vidas tentando até limitar mais ainda nosso acesso a informação e conseqüentemente nosso raciocínio e questionamento dos seus atos.
O voto, que era até hoje uma das maiores e ricas conquistas em nossa democracia, porém, mal utilizado pela maioria, pode vir a ser engessado, regredindo nossa conquistam, pois reduzirá nosso poder de escolha e também ajudará a fortalecer a máfia política. Onde vamos parar?
O que eu quero com tudo isso? Oras, uma bem definida e justa reforma política, uma bela bota no traseiro dos corruptos e desonestos. Como já ouvimos falar varias vezes educação vem de berço, sendo assim senhores, nos respeitem. Se a lei é para todos, que assim seja. Crime é crime, não importa a proporção do delito e nem a posição do infrator deve ser penalizado. Como é mesmo aquele ditado? Aqui se faz aqui se paga!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Carta ao “Grande molusco”

Prezado inquilino do Planalto, peço gentilmente que vossa excelência fique quieto. Se falar, por favor, fale sobre o que realmente importa.
Concordo contigo quando diz que não é crime que nossos representantes levem suas esposas (ou esposos) pra Brasília, desde que, seja com o dinheiro de seu bolso, não com o meu, não com o nosso dinheiro. Diga-me (pelo amor de Deus) se é legal utilizar os recursos disponíveis para o bom exercício do mandato como patrimônio pessoal?
É evidente que os recursos estão sendo utilizados com má fé, e vossa excelência vem me dizer que isso é normal? Tomemos como exemplo o setor privado, é muito comum vermos executivos e/ou gerentes em viagens por conta da empresa, e quando vemos seus pares juntos, na grande maioria dos casos, a conta dos(as) acompanhantes é a parte, ou seja, sai do bolso do funcionário, e outra grande parte é paga pela empresa, porém de forma ilícita (um “jeitinho” dado pelo empregado), nos restando um ínfimo numero de casos onde a empresa paga paras as(os) acompanhantes de seus funcionários.
Agora, me diga Senhor Presidente, por que nós temos que pagar para que os deputados e senadores levem seus pares para Brasília? Se quiserem levar, que paguem de seus bolsos. Já não basta ter que pagar as despesas da primeira dama?
O senhor realmente acha que nós somos palhaços, aliás, o que nos falta mesmo é sair nas ruas com nariz vermelho.
Quanta falta de respeito do representante de uma nação com o seu povo. Realmente vossa excelência ainda não entendeu o que está fazendo ai, e olha que já teve tempo pra isso. Ou será que agora que já colocou (infelizmente) o seu nome na história desta magnífica nação está dando um “dane-se, meu mandato está no fim”.
É com muita tristeza que escrevo este texto, tristeza do tamanho do espanto ao ver vossa declaração em toda a mídia.
Toma jeito, o Sr já tem mídia gratuita demais, e não precisa mais disso.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Vitória

As mulheres estão em festa, pelo menos as que têm quarenta anos, afinal “ganharam” o direito de fazer o exame de câncer de mama gratuitamente. Que bom! Finalmente perceberam que as pessoas têm direito a vida. Bom não é bem assim.
Caracas, vejo a mídia divulgando isso como se fosse a sétima maravilha do mundo, porém, pense um pouco, estamos falando em vida, e quando falamos de algo tão importante, já pré supõe-se que temos o direito. Se é assim, por que existem convênios e consultórios particulares? Sei que atualmente o governo não tem capacidade de gerir tudo sozinho. Mas vejo que ninguém se importa, ninguém comenta este assunto, até parece que não é relevante.
O sistema de saúde de veria ser realmente ÚNICO, ou seja, todos os profissionais da área, não importa se individualmente, ou em grupo, devem atender a população como um todo. A remuneração deve ser bem paga pelo governo e pronto. Nada de pagar por consultas, ou de ficar pagando convênios por longas datas (e às vezes nem utilizar).
Isso é o que simplesmente chamo de completo desrespeito ao ser humano.
Seguindo a mesma linha, devemos reclamar e exigir que a educação no nosso país seja realmente para todos. Não precisamos de programas de bolsa mal geridos. Aliás, Sr. Ministro, vossa excelência acha que um programa sério (e com boa gestão) dá bolsas pra quem anda de carro de luxo?
Bom, faculdades e colégios não devem de forma alguma ser custeados pelos alunos que já pagam seus impostos (direta ou indiretamente).
O Estado a exemplo do que disse antes a respeito da saúde, deveria pagar o salário do corpo docente.
Precisamos é de acesso gratuito a educação e saúde. Assim garantiremos o futuro de nosso país, com riquezas para nossa terra e para nossas mesas. Moramos numa terra abençoada por Deus, cheia de recursos, imagina o que não podemos fazer com tudo isso? Trabalhado os nossos recursos de forma eficiente e ecologicamente correta. O sonho de uma terra que pode crescer preservando seus recursos naturais e provendo fartura na mesa de seus filhos pátrios.
Boa educação e saúde para todos, este é o caminho para prosperarmos como país.

O hábito de ler

Hoje vi uma reportagem sobre a leitura no Brasil. Ela se referia à estatística alarmante em que os brasileiros não têm o hábito da leitura, e que a média de aquisição de livros do brasileiro é muito baixa até para a América latina (imagina para o mundo). Cerca de dois livros comprados por ano, essa é a nossa média. Nossa! A coisa realmente está feia. Com certeza estaríamos melhores se esta média fosse maior. Mas o incrível é que em nenhum momento a reportagem relatou a dificuldade de acesso a informação existente. Já viram quanto custa um livro hoje? Imagina a indecisão que as famílias têm na hora de escolher entre comprar pão para seu filho e comprar um livro. Teoria de Maslow, buscamos o que precisamos naquele momento. Para que uma pessoa possa correr atrás de educação e cultura comprando livros, primeiro ela tem que estar segura de que haverá alimentos em sua mesa, de que haverá roupas para vestir, e de que terá uma cama para deitar. Enquanto a pessoa não se sentir nessa “zona de segurança” ela não vai mesmo adquirir livros. Agora, pode um cidadão que ganha hoje um salário mínimo sentir-se seguro para gastar com o que pra ele é futilidade? Acredito que não. A leitura é muito importante assim como o acesso a ela, e a qualquer tipo de evento cultural que ajude no desenvolvimento da pessoa.
Ah, como esquecer? Temos os e-book’s, ou seja, o livros em formatos eletrônicos, mas lembrem que ainda há muitas pessoas que não conseguem comprar um livro de papel, e olha que tem muitos títulos bons que custam de R$30,00 a R$50,00 (na minha opinião ainda é muito caro), imaginem comprar e manter um computador em casa? Ainda mais com internet?

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Inquisição

É ridícula, e no mais brando termo engraçada a forma com que o Senado interpreta e executa suas obrigações para com a população. Vimos num recente caso onde as excelentíssimas autoridades acusadas de usar indevidamente suas cotas de passagens aéreas reclamavam do fato de ter de justificar a utilização das passagens. Oras, tenha paciência, em qualquer empresa que se preze, os funcionários são obrigados a prestar contas de suas despesas, por que nossos representantes não?
A máquina governamental é ou não uma empresa que visa o bem estar do país e de seus habitantes?
Será que esquecem que estão ali por vontade do povo? Será que esquecem que o povo pode tirá-los dali a qualquer momento? Ou será que ignoram este fato por saberem que a maior parte da população não tem instrução suficiente para exigir um mínimo de dignidade. Por causa desta súbita amnésia, os parlamentares não usam os recursos disponíveis para o bom exercício do mandato e incorporam estes benefícios como patrimônio pessoal, como salário.
É engraçado vermos nossos representantes exigindo aumento salarial de 50% enquanto já ganham algo acima de Dezesseis mil por mês (isso sem contar os benefícios, por que se levarmos em consideração, a conta sobe pra cem mil por cabeça!) enquanto temos pessoas passando fome na rua e embaixo de pontes. Qual o valor do salário mínimo mesmo?
Parece piada que eles não dêem conta de suas despesas ainda mais comparando com o salário do povo.
Para bom entendedor, meia palavra basta, então senhores, se o povo colocou, pode tirar, e não importa o momento, não precisamos aguardar as eleições, se o povo quiser o povo tira, oras, temos o direito de errar como humano e também como nação, e do mesmo jeito temos o direito de corrigir.
É no mínimo hilário vermos que temos um “mago dos investimentos” atuando como deputado, quando na realidade ele deveria é estar dando aulas de como fazer o seu “magro dinheirinho” se transformar em castelos milionários. Por que ele não toma conta das finanças do Brasil? Do jeito que ele faz o dinheiro multiplicar, o Brasil já passaria desta nova posição de Credor do FMI para “dono do Mundo”.
Conforme a Wikipédia, inquisição trata-se de um termo que se deriva do ato judicial inquirir (o que se traduz e significa perguntar, averiguar, pesquisar, interrogar, etc.). Muitas vezes tratado como Tribunal da Inquisição ou Santa Inquisição (dentre outros nomes) foi um tribunal cristão utilizado para averiguar heresia, feitiçaria, bigamia, sodomia e apostasia, evitando a condenação de alguém sem investigação prévia.
Conforme o senado, inquisição é sinônimo de prestar contas ao povo. Santa paciência!
Agora o que muito me incomoda e preocupa é o fato de 2010 estar chegando, e junto com o novo ano, as eleições. Não sei se perceberam, mas sempre que as eleições se aproximam, estouram grandes escândalos, onde fica mais que claro que as pessoas são culpadas, mas o engraçado é que ninguém consegue provar, e mesmo tendo certeza absoluta da sua culpa no cartório, são absolvidos. Qual é a maneira mais fácil e abrangente de marketing que não um escândalo? E por que não dizer barata, afinal, além de não pagar para a mídia, eles tem a certeza da impunidade.
É fato que estes casos só aparecem por interesse maior, sejam as eleições, seja o fulano que se sentiu prejudicado e disse “Não vou sozinho”. Também é fato que a impunidade continua sendo algo intragável no nosso país, ao qual temos que engolir todos os dias, ainda mais quando se trata do poder público.
Bom, se um dia eu cometer um crime, quero ser julgado pelo comitê de ética do senado.

Desinteresse

É preocupante que as pessoas estejam “largando a mão” deixando pra lá o que acontece, e quando lêem meus artigos, ainda perguntam, por que você escreve isso? Não resolve nada, não dá em nada. Vá para outro país, lá as coisas são melhores. Bom a estes desacreditados, lembro uma coisa, nasci brasileiro, e não importa o país que esteja continuarei brasiliano! A nacionalidade de uma pessoa não pode ser trocada como quem troca de namorada.
E outra, será que os outros países são realmente melhores? Façam as contas meus amigos, se lá os carros são mais baratos, da uma olhadinha no preço das casas, já notaram que nos filmes americanos, a maioria das famílias mora em casas alugadas e em trailers? E, as poucas famílias que possuem uma casa e tem condição financeira mais baixa, estão com a casa hipotecada? De onde será que veio esta crise?
A quem interesse, não sou anarquista, e muito menos tenho posição partidária, só não acredito na cara de pau das pessoas que brincam de faz de conta, fingem que trabalham para o povo, mas na realidade só trabalham em prol de suas contas bancárias e a favor de permanecer mais tempo no poder.
O que me entristece, é trabalhar todos os dias para “ganhar o pão”, enquanto vemos a filha do nosso ex-presidente da república fingindo que trabalha de casa por que em sua arrogante alegação, o senado é uma bagunça. Sem contar que quando falamos da filha do FHC trabalhando para a oposição, falamos do “nepotismo cruzado”, e eles acham que nos enganam...
Enraivece-me ver que um brilhante comunicador como nosso presidente (a sua única qualidade em minha opinião) não ter idéia da força de suas palavras.
Aborrece-me ver que políticos, advogados e comunicadores estão indignados com uma pena de 94 anos de reclusão por sonegação de impostos (Caso da Daslu), quando na realidade deveriam estar se perguntando por que a pena pra quem seqüestra, estupra, trafica e mata é tão branda.
Fico receoso de que algum dia o povo acorde e veja que são tratados como palhaços e estoure uma guerra civil. É improvável, mas não impossível.
O que hoje não consigo definir é se o desinteresse é por parte da população ou do poder público.

A Crise
E vamos lá para o lado que da crise que mais nos importa, até o momento, ela afetou diretamente os empresários e investidores. Calma eu sei que muitos perderam seus empregos, mas sei também que os desempregados ainda vivem com seus fundos de garantia e seguro desemprego, ou seja, ainda têm renda. E quando estes recursos acabarem? Ai meus amigos, começa a verdadeira crise pra classe social mais baixa. Ai meus amigos, as pessoas vão ver a real força da “marolinha” que fez com que gigantes caíssem, e fez com que o FMI prevê-se uma retração de 1,9% do PIB brasileiro para este ano. Ironicamente, o “presidente do povo” não se atenta com o que pode acontecer com a população.
Imagina como vai ficar o mercado quando o dinheiro começar a acabar...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Desemprego

A crise mostra o seu lado perverso com a redução de ofertas de empregos. A indústria brasileira registra a quinta queda consecutiva. Entre os setores mais afetados vemos o têxtil, o de calçados e artigos em couros e o de madeira. Por outro lado, em caminho inverso está os de minerais não-metálicos, refino de petróleo e produção de álcool e papel gráfica. O número de horas pagas pela indústria ao trabalhador caiu 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado, a maior queda desde 2001! Para que possamos entender melhor, os indicadores negativos do emprego e do número de horas pagas em fevereiro foram diretamente influenciados por fatores relacionados à redução generalizada na atividade fabril.
Mas vejamos um lado positivo para a sociedade, e que o Estado deveria apreciar com muita atenção voltada inclusive para o futuro, é a redução ampla da carga tributária como aplicado para a indústria automotiva, materiais de construção e, quiçá, na linha branca (a redução seletiva não é uma ação justa e tampouco democrática). Como os preços dos carros caíram não? Bom para o consumidor e para a economia que vê uma esperança de manter-se crescendo. Quem não gostou muito destas ações (principalmente a redução de IPI para autos novos) foram os revendedores de semi-novos e usados, já que os preços caíram demais e suas lojas acumulam prejuízos exorbitantes, mas enfim, a politicagem deve ser exercida para todos e não para poucos. E ainda tem o lado da nossa querida mãe natureza, por que ao renovar a frota por veículos menos poluentes, reduzimos a quantidade de monóxido de carbono (e outros gases) na atmosfera.
Agora, o tradicional puxão de orelha em nosso excelentíssimo “molusco”.
É mais que evidente e digo até urgente, que devemos fazer uma ampla reforma nas relações de trabalho, mesmo que demande conflitos com os sindicatos. O País precisa de empregos, precisa manter sua economia crescendo. Não podemos deixar nosso dinheiro para de circular, isso significaria parar de crescer, parar de gerar empregos, e acima de tudo “alimentar” a pobreza. Como nação emergente e até então ganhando espaço no cenário mundial (finalmente), devemos tentar (e de todas as formas) crescer ainda mais neste período de crises. Historicamente falando, grandes nações surgiram no caminho inverso das grandes retrações mundiais, por que não podemos seguir o mesmo exemplo?
Agora recordando o artigo anterior, onde o “inquilino do Planalto” mostra-se “obsessivo” (cuidado!) para abaixar o spread bancário, necessidade longamente conhecida por qualquer pessoa (mesmo as mais leigas), por que será que ele, nosso digníssimo presidente demorou tanto para ver isso? Precisou de uma crise de proporção mundial para acordar?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Uma troca de cúpula do Banco do Brasil em meio à crise será uma boa jogada?
Entendo perfeitamente a necessidade de baixar o spread bancário (a diferença entre o quanto as instituições financeiras pagam por recursos e o quanto cobram dos seus clientes), mas isso não me parece um bom motivo para tal. Afinal os então administradores do BB poderiam fazê-lo.
Uma opinião humilde sobre o fato? Tinha muito mais coisas por trás disso, não é novidade que o Meirelles (Presidente do Banco Central e um dos principais algozes de Lima Neto) era desafeto do até então presidente do BB. E Mantega (Ministro da Fazenda) não ficava pra trás não.
E ainda vêm co m a história de que foi ordem direta do excelentíssimo presidente da república, hahaha, fala sério! Com relação a isso, fico com um trecho de uma famosa peça de teatro, onde um seqüestrador negocia com os policiais o resgate dos reféns, e em determinado momento ele ameaça matar um refém para cada erro de português, no que a policia tenta chamar reforços e balbucia que chamara até o Lula, o nosso sanguinário seqüestrador da pulos de alegria, quase que implorando para chamá-lo! A platéia simplesmente delirou. Preciso falar algo mais?
Bom, vamos ao que importa, entendo a atitude de elevação dos juros para tentar limitar o crédito em tempos de crise, mas isso fez com que o setor privado fizesse o mesmo, o que ajudou de certa forma a estagnar a nossa economia. Entendo mais ainda as criticas de toda a cúpula do Estado, mas o que não entendo é desarmar (também no meio de uma crise) a diretoria do BB, não seria mais fácil e mais barato simplesmente sentar em volta de uma mesa e conversar? Sabe aquele ritualzinho antiquado chamado às vezes de reunião? Nossos políticos não gastaram uma fortuna com reuniões a fora, (lembram dos prefeitos?), por que não tentar resolver as coisas de maneira mais simples? Pelo menos as ações de nosso querido banco não teriam caído hoje, e não teriam afugentado os investidores. Afinal, queremos trazer dinheiro para o país ou mandá-lo embora? Eu gosto mais da primeira opção e você?
Pra finalizar esclareço que sou um grande fã do Henrique Meirelles, e respeito muito sua trajetória de vida, com certeza uma pessoa de sucesso, seu currículo fala por si, afinal não é qualquer um que chega a presidência do B.C. sem contar a presidência de um dos maiores bancos americanos.
Que amanhã seja um dia melhor para todos, e tomara que eu esteja errado.